SWOT da sua candidatura, discurso pronto pra subir no palanque, roteiro de Reels, post no seu tom e teleprompter na hora de gravar.
Tudo com o clone do consultor que ajudou a eleger mais de 200 candidatos no Brasil.
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Mas na prática, é.
Você atendeu 60 pessoas, foi em dois bairros, ouviu a história de uma senhora que chorou falando do posto de saúde. E o feed continua parado desde terça.
De novo. E vai sair bom, porque você é bom de conversa. Mas bom não é memorável. Discurso que fica na cabeça do eleitor é construído, não improvisado.
Ninguém te disse, com números na mesa, qual é a sua maior vulnerabilidade e por onde o adversário vai entrar. Você vai descobrir no debate.
Um dia formal, outro íntimo, outro técnico. O eleitor não consegue montar uma imagem sua na cabeça — e cabeça sem imagem não vira voto.
Não. E a diferença é a única coisa que importa aqui.
O ChatGPT não sabe quem é você. Não sabe que Ubá vive de móvel, que o Vale do Taquari ainda tá se reconstruindo da enchente, que candidato de partido pequeno precisa de quociente diferente do candidato de partido grande.
Ele te dá o texto médio do brasileiro médio.
Meu método. Vinte e cinco anos de jornalismo, dezoito anos fazendo campanha, a primeira campanha política digital do Brasil em 2008, e mais de 200 candidatos eleitos usando os cinco pilares do Seja Eleito.
O que está dentro da máquina não é "IA genérica". É o meu clone: os cinco ossos narrativos, os cinco pilares, o diagnóstico de DNA que eu aplico em consultoria de dezenas de milhares de reais.
Meus candidatos são a prova do método. O método é o que está dentro da máquina.
Suas forças, suas fraquezas, as oportunidades do território e por onde seu adversário vai atacar. Em minutos, não em três reuniões de agência. É o diagnóstico que a maioria dos candidatos só recebe quando contrata consultoria — e a maioria nunca contrata.
Cinco perguntas e a IA monta seu perfil: tom de voz, arquétipo, posicionamento, inimigo, frase-símbolo. É o alicerce de tudo o que ela escreve depois. Sem isso, IA é papagaio.
Inauguração, comício, câmara, funeral, entrevista, debate. Você diz o contexto e o tempo disponível. Ela entrega o discurso com abertura, virada e chamado — na sua voz, com as suas bandeiras.
O discurso já sai pronto pra ler. Velocidade ajustável, fonte grande, no seu celular. Você grava olhando pra câmera, não pra folha na mão. É a diferença entre parecer preparado e parecer nervoso.
Reels, Stories, vídeo âncora, resposta a ataque. Com gancho nos três primeiros segundos, porque é ali que o eleitor decide se fica ou se rola.
Feed, story, carrossel. Texto, imagem gerada por IA e arte pronta com seu número, sua cor e o logo do partido. Instagram, Facebook, X e LinkedIn.
Tudo isso em qualquer plano. Não existe versão capada, não existe add-on.
De onde você vem, seu território de ação, suas duas bandeiras, quem é seu adversário. Cinco perguntas. Nada de formulário de dez páginas.
Trinta segundos e ela devolve seu perfil estratégico completo. Você vai ler e pensar: "é isso mesmo, mas eu nunca tinha conseguido escrever assim".
"Discurso de 4 minutos pra inauguração da creche." "SWOT contra o vereador X." "Post da visita à UBS." "Roteiro de Reels sobre a enchente."
Ela entrega. Você revisa. Você publica. Você sobe no palanque com o teleprompter na mão.
Sou José Conte. Jornalista formado pela Unesp, comecei em 2001. Passei por sites, jornais, revistas, rádio e TV. Participei da criação do globo.com.
Em 2008 fiz a primeira campanha política digital do Brasil. Também em 2008 errei em público, feio, na frente de todo mundo. Foi a melhor coisa que me aconteceu — porque me obrigou a transformar intuição em método.
Desde então: mais de mil alunos, mais de 200 candidatos eleitos, consultoria em campanhas de vereador a governo.
Alguns dos que confiaram no método
Saiu de 3% para 54% e foi reeleito prefeito de Botucatu.
Eleito o prefeito mais jovem do Rio Grande do Sul.
Eleito vereador.
Eles foram eleitos com o método aplicado por mim, em consultoria. A Máquina de Narrativas é esse mesmo método, automatizado — para chegar em quem não tem orçamento pra me contratar.
Eu mostro a máquina rodando: DNA, SWOT, discurso e teleprompter. Sem slide, sem promessa — a tela.
Responda as cinco perguntas e ela vai gerar, de graça, agora: um post de feed, um story e um roteiro de Reels — sobre o mesmo tema, no mesmo tom. Leia as três em sequência.
Se você não reconhecer a sua própria voz ali dentro, fecha a página e a gente segue amigo. Você perdeu 30 segundos.
Se reconhecer, você já entendeu o que acabou de chegar na sua mão.
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Tudo incluído: SWOT, discursos, teleprompter, roteiros, posts, artes.
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Para quem entendeu que comunicação não acaba no dia 4 de outubro.
Tudo incluído + a máquina acompanha a virada de candidato para mandato.
Você economiza R$ 291.
Quero o Mandato →Campanha é o pico. Mandato é o que constrói a próxima eleição. Quem some entre novembro e janeiro recomeça do zero — e recomeçar do zero é a coisa mais cara que existe em política.
Não gostou, devolvo tudo, sem perguntar nada.
Por isso o teste vem antes do pagamento e é grátis. Você lê as três peças e decide. É o único jeito honesto de resolver essa dúvida.
ChatGPT não faz SWOT eleitoral, não conhece quociente, não tem teleprompter e não foi treinado em cima de um método que elegeu mais de 200 pessoas. É outra categoria de ferramenta.
Ótimo. Dê a máquina pra ele. Ele para de escrever do zero e passa a revisar — e você recupera seu assessor pra rua, que é onde a eleição acontece.
Cinco perguntas. É menos tempo do que você gasta explicando um post pro seu assessor no WhatsApp.
Vai perceber se você postar o que a máquina cuspiu sem ler. A Máquina escreve. Quem assina embaixo é você — e essa parte continua sendo sua.
Vereador, prefeito, deputado estadual, federal, senador, governador. A máquina entende o cargo, o território de ação e o tom de quem está concorrendo.
Todo dia sem publicar é um dia em que o eleitor pensou em outro nome. Todo discurso improvisado é uma chance que você teve de ser lembrado e deixou passar.
Você não precisa de mais uma reunião, mais um orçamento de agência, mais uma promessa de resultado. Precisa que o post de hoje saia hoje. E que o discurso de amanhã esteja pronto antes de amanhã.
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