Não. E a diferença é a única coisa que importa aqui.
O ChatGPT não sabe quem é você. Não sabe que Ubá vive de móvel, que o Vale do Taquari ainda tá se reconstruindo da enchente, que candidato de partido pequeno precisa de quociente diferente do candidato de partido grande.
Ele te dá o texto médio do brasileiro médio.
Meu método. Vinte e cinco anos de jornalismo, dezoito anos fazendo campanha, a primeira campanha política digital do Brasil em 2008, e mais de 200 candidatos eleitos usando os cinco pilares do Seja Eleito.
O que está dentro da máquina não é "IA genérica". É o meu clone: os cinco ossos narrativos, os cinco pilares, o diagnóstico de DNA que eu aplico em consultoria de dezenas de milhares de reais.
Meus candidatos são a prova do método. O método é o que está dentro da máquina.
O ChatGPT não sabe que existe a Resolução 23.610. A Máquina foi construída dentro dela.
Ela faz o que o redator e o designer da sua campanha fariam, com o material que é seu. Nenhuma pessoa, nenhum rosto e nenhuma voz saem daqui sem ser de verdade.
Suas forças, suas fraquezas, as oportunidades do território e por onde seu adversário vai atacar. Em minutos, não em três reuniões de agência. É o diagnóstico que a maioria dos candidatos só recebe quando contrata consultoria — e a maioria nunca contrata.
Você recebe: forças, fraquezas, oportunidades e ameaças — cada item com uma frase de ação, não só um rótulo.
Cinco perguntas e a IA monta seu perfil: tom de voz, arquétipo, posicionamento, inimigo, frase-símbolo. É o alicerce de tudo o que ela escreve depois. Sem isso, IA é papagaio.
Você recebe: tom de voz, arquétipo, posicionamento, inimigo declarado e a sua frase-símbolo.
Inauguração, comício, câmara, funeral, entrevista, debate. Você diz o contexto e o tempo disponível. Ela entrega o discurso com abertura, virada e chamado — na sua voz, com as suas bandeiras.
Você recebe: abertura, virada e chamado — prontos pra ler ou decorar.
O discurso já sai pronto pra ler. Velocidade ajustável, fonte grande, no seu celular. Você grava olhando pra câmera, não pra folha na mão. É a diferença entre parecer preparado e parecer nervoso.
Você recebe: o discurso rolando na tela, no ritmo que você escolher.
Reels, Stories, vídeo âncora, resposta a ataque. Com gancho nos três primeiros segundos, porque é ali que o eleitor decide se fica ou se rola.
Você recebe: gancho, corpo e chamada final, marcados por bloco de tempo.
Feed, story, carrossel. Texto, imagem gerada por IA e arte pronta com seu número, sua cor e o logo do partido. Instagram, Facebook, X e LinkedIn.
Você recebe: legenda, hashtags e a arte pronta com seu número e sua cor.
Tudo isso em qualquer plano. Não existe versão capada, não existe add-on.
Sobre sua trajetória, seu território, seu adversário e o que você quer que fique na cabeça do eleitor.
Tom de voz, posicionamento e frase-símbolo. É o que faz o texto soar como você e não como qualquer candidato.
SWOT, discurso, roteiro de Reels, post ou arte. Quantas vezes quiser, a qualquer hora.
Sou José Conte. Jornalista formado pela Unesp, comecei em 2001. Passei por sites, jornais, revistas, rádio e TV. Participei da criação do globo.com.
Em 2008 fiz a primeira campanha política digital do Brasil. Também em 2008 errei em público, feio, na frente de todo mundo. Foi a melhor coisa que me aconteceu — porque me obrigou a transformar intuição em método.
Desde então: mais de mil alunos, mais de 200 candidatos eleitos, consultoria em campanhas de vereador a governo.
Candidatos, prefeitos, vereadores e coordenadores de campanha que seguiram o mesmo método que agora está dentro da Máquina de Narrativas.
Conte foi essencial em minha campanha que saímos de 3% para 54%. Na direção das mensagens, na comunicação, ele foi fundamental na minha vitória.
Quando resolvi ser candidato a prefeito entrei no curso Seja Eleito e me surpreendi com a quantidade de ensinamentos e informações que apontam caminhos e portas corretas para a campanha. Recomendo.
Quando pensamos em inovar na campanha, fomos atrás do José Conte, da Seja Eleito. Ele nos ensinou e guiou durante a campanha e fomos vitoriosos.
Sempre tive vontade de participar da política e quando me decidi fui em busca de aprendizado. Posso afirmar que aprendi coisas que fizeram a diferença na campanha e continuam fazendo no mandato: aprendi mais do que como ser eleito — aprendi a usar o marketing político e a fazer política de uma forma vencedora.
Quando decidi ser candidato procurei me preparar para conseguir enfrentar os políticos antigos e que estavam no poder. Encontrei no curso Seja Eleito a direção e os conhecimentos que precisava. Graças ao método e à direção do José, saí do zero para a vitória e estou fazendo um mandato amplamente aprovado pela população.
Somos uma agência de marketing político da Bahia e atendemos vários políticos e candidatos. Sou pós-graduado em marketing político e aprendi muito mais com o método Seja Eleito. De fato, o marketing da Seja Eleito é o guia que encaminha as campanhas naturalmente para a vitória. Recomendo!
Eles foram eleitos com o método aplicado por mim, em consultoria. A Máquina de Narrativas é esse mesmo método, automatizado — para chegar em quem não tem orçamento pra me contratar.
Responda as cinco perguntas e ela vai gerar, de graça, agora: um post de feed, um story e um roteiro de Reels — sobre o mesmo tema, no mesmo tom. Leia as três em sequência.
Se você não reconhecer a sua própria voz ali dentro, fecha a página e a gente segue amigo. Você perdeu 30 segundos.
Se reconhecer, você já entendeu o que acabou de chegar na sua mão.
Sem cartão · Sem cadastro longo · Sem ligação de vendas
Comece com 3 peças grátis, sem cartão. Depois, o plano do tamanho da sua agenda — o método é o mesmo em todos.
Cada crédito vira um post pronto. Um carrossel usa 3.
Para marcar presença com constância.
Para quem publica toda semana.
Para dominar a pauta todos os dias.
12 meses de Autoridade · R$ 74,75/mês
Eles renovam todo mês, cheios. Precisou de mais no meio do caminho? Sobe de plano na hora e paga só a diferença proporcional.
Em qualquer plano. Não gostou, devolvo tudo, sem perguntar nada.
Por isso o teste vem antes do pagamento e é grátis. Você lê as três peças e decide. É o único jeito honesto de resolver essa dúvida.
ChatGPT não faz SWOT eleitoral, não conhece quociente, não tem teleprompter e não foi treinado em cima de um método que elegeu mais de 200 pessoas. É outra categoria de ferramenta.
Ótimo. Dê a máquina pra ele. Ele para de escrever do zero e passa a revisar — e você recupera seu assessor pra rua, que é onde a eleição acontece.
Cinco perguntas. É menos tempo do que você gasta explicando um post pro seu assessor no WhatsApp.
Vai perceber se você postar o que a máquina cuspiu sem ler. A Máquina escreve. Quem assina embaixo é você — e essa parte continua sendo sua.
Vereador, prefeito, deputado estadual, federal, senador, governador. A máquina entende o cargo, o território de ação e o tom de quem está concorrendo.
As regras miram conteúdo sintético que simula realidade: rosto trocado, voz clonada, cena que nunca existiu. A Máquina não faz nada disso. Ela faz o trabalho do redator e do designer: você traz o conteúdo e as suas fotos, ela escreve e monta a arte. Pessoas e falas são sempre as reais. Elementos puramente gráficos, como fundos e texturas, podem ser gerados, e é por isso que a peça passa por você antes de publicar. A responsabilidade pela propaganda é sempre do responsável por ela, então vale alinhar o fluxo com o advogado da campanha, principalmente na janela de 72h antes da votação.